Home
entries friends calendar user info
Tati Dampf in allen Gassen

Advertisement

Add to Memories
Tell a Friend
<object width="480" height="392"><param value="
[Error: Irreparable invalid markup ('<a [...] ">') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

&lt;object width="480" height="392"&gt;&lt;param value="<a href="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" "="&quot;">http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"</a> name="movie" /&gt;&lt;param value="high" name="quality" /&gt;&lt;param value="midiaId=806672&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" name="FlashVars" /&gt;&lt;embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=806672&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="<a href="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /&gt;"="/&amp;gt;&quot;">http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"/&gt;</a>&lt;/object&gt; <!-- multiply:no_crosspost --><p class="multiply:no_crosspost"></p>
Add to Memories
Tell a Friend
<embed src="
[Error: Irreparable invalid markup ('<a [...] ">') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

&lt;embed src="<a href="http://images.multiply.com/multiply/multv.swf" "="&quot;">http://images.multiply.com/multiply/multv.swf"</a> type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="420" FLASHVARS="first_video_id=tatidampf:video:3&amp;base_uri=multiply.com&amp;is_owned=1" allowfullscreen="true" wmode="transparent" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;<br><br><br>Fico tão feliz! Quando coisas assim acontecem é mais uma prova de que Deus existe. A Karina&nbsp; era tão dedicada, e conseguiu ser selecionada pela TAM sem indicação. Às vezes as pessoas desanimam porque não conhecem ninguém na aviação pra dar aquele empurrãozinho, eu mesma já falei com pessoas no msn da minha turma que têm essa opinião. Eu mesma acho que sem indicação, só por milagre alguém ser chamado tão rápido. E a Karina conseguiu, fico muito feliz. Ela era uma das que da turma dizia que não conhecia ninguém. Outros já tinham tios, vizinhos, noivos, parentes e amigos que trabalhavam na TAM e só precisariam passar na prova da ANAC e no exame médico do Hospital da Aeronáutica.<br><br>Eu fiquei triste também por um colega que depois de ter feito o curso, e passado nas provas não foi aprovado no exame médico por um problema oftalmológico. Eu não entendi bem, ele nem usava óculos... Uma pena, uma ótima pessoa que ficou pra sempre de fora da aviação. E nesse stress todo que rola no Brasil, essa crise que não acaba, o comissário tem que ser nota 10 pra aguentar a pressão e fazer seu trabalho direito. Ele era assim. <br><br>E quanto aos demais, como eu, resta apenas esperar. Eu mesma mandei curriculos para a Gol e a TAM, mas morando na Alemanha acho que só uma forcinha de papai do céu pra me ligarem. Vamos ver se esse é o meu destino, vou esperar...<br> <!-- multiply:no_crosspost --><p class="multiply:no_crosspost"></p>
Add to Memories
Tell a Friend
Minha miguxa Rita mandou este texto, achei muito engraçado.
Mas, no pain, no gain, oder?




É de chorar ...

Tortura moderna

Tenta sim. Vai ficar lindo."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me
render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos
mais
leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu
namorado
ia amar que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer

,porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava
que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria
pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que
era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque
sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar
chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei,
Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar
que
nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria
realizado.

Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um
lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia
gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já
senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que
chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na
maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente

pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas
estranhas.

Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O
Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era
natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando
ela
passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- ..é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da
Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer
mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De
repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um
líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga
cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera
quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora

de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse
saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de

olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha
bolsa
com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo
isso
buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo
supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu
havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter
aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval
continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava
de
minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que
era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas
recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de
Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a
respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que
fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à
terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe
arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas
mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei
esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela
estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz
do
dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na

cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à
noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o
aconchego falso da cera quente besuntando meu tuin peaks. Não sabia se
ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela
deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que
ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento:
peraí, mas tem cabelo lá?

Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a
bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa
que
tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a
história
mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais,
xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.
- Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente
a
bandinha.

E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a
cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor
demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando
pra
quem?

Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo
Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como
alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi
substituído
por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria
baixar
a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o
resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria

matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar
contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Queria comprar o domínio preserveasbucetaspeludas.com.br .

Add to Memories
Tell a Friend
Add to Memories
Tell a Friend
It´s a challenge for me, starting a blog in English. It´s not my mother tongue but I decided not to talk so much in portuguese anymore. It´s a way of practicing the language, and also to be avaliable to the "world"...

So, I decided not to talk to much to brazilians who live here in Munich, so I can improve my german and my english. Anyway, I don´t think that just having the same nacionality is a reason to make people stay together - that´s the reason why so many foreigners can´t learn the local language. But on the other hand, being a foreigner in Europe is difficult, speccially if you are not a tourist. It´s hard, very hard. I think people are distant and cold, maybe because of the weather.

Anyway, this is not my country, so I have to adapt to the local rules... At the same time the people here say we foreigners don´t "integrate", they reject us in the subway, bars, discos, restaurants... The best treatment I got in shops till now came from foreigners, like me.
profile
Tati Dampf in allen Gassen
User: [info]tatidampf
Name: Tati Dampf in allen Gassen
calendar
Back March 2008
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031
page summary
tags

    Advertisement

    Customize